Evento

De olho no futuro: como estará Porto Alegre
daqui a 25 anos?



Cerca de 150 pessoas acompanharam o evento “De olho no futuro: como estará Porto Alegre daqui a 25 anos?”, que reuniu na capital gaúcha profissionais renomados da área de arquitetura e engenharia, representantes de entidades e de órgãos públicos e estudantes universitários para debater as diretrizes para um planejamento de longo prazo para a cidade.

Na parte da manhã, os titulares da Secretaria de Urbanismo do Município, Cristiano Tasch, e da Metroplan, Oscar Escher, apresentaram uma ampla visão da cidade, pontuando questões históricas que levaram Porto Alegre a sua situação atual, assim como a necessidade de um planejamento que leve em conta a Região Metropolitana para que a cidade tenha um futuro promissor. O entendimento coincide com o olhar do secretário de Obras Públicas Luiz Carlos Busato, que representou o governador Tarso Genro no seminário.

Os painéis vespertinos debateram as áreas de planejamento, habitação, mobilidade e saneamento e contaram com diferentes visões sobre a cidade, em exposições de entidades como CREA/RS, Sinduscon/RS, Asbea/RS, Sicepot/RS, Senge/RS, CAU/RS, AREOP, AGEOS, ABES/RS e IAB/RS. O público foi ainda contemplado com palestras de dirigentes de importantes órgãos públicos, como Flávio Ferreira Presser (DMAE), Tarcísio Zimmermann (CORSAN), André Carús (DMLU), Adalmir Marquetti (Fundação de Economia e Estatística) e Vanderlei Luis Cappellari (EPTC), além da participação do secretário de Obras e Viação do Município, Mauro Zacher. Os presentes, entre eles o presidente do Sinaenco/RS, Edgar Candia, foram unânimes em afirmar o planejamento como o instrumento essencial para a construção de uma cidade mais inteligente e humana.

Problema que vem despontando como o grande vilão do espaço urbano, a mobilidade foi o foco dos debates. Não à toa Porto Alegre deve dedicar bastante planejamento para cuidar da circulação na cidade: estudo do Sinaenco mostra que em 2040 a região terá cerca de 3 milhões de automóveis, o que representa um aumento de 97,4% em relação a 2013. Hoje, a capital gaúcha possui um dos mais altos índices de motorização do Brasil, com um veículo a cada 2,3 habitantes.

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